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domingo, 19 de junho de 2016

Poucos desejos...



Como todos já sabem, eu tive (e tenho) dificuldades para engravidar. Foram 4 anos de tentativas, frustrações, choros, lamentações. Muitos médicos (alguns sem noção do que estavam falando) e exames... Enfim, foi uma maratona!

Quando descobri que estava grávida foi uma festa, fiquei muito feliz e agradecida a Deus pela graça" Depois veio a descoberta de que seriam DUUUUAS... Ahhhhhhhhhh...!!! Que tuuuuuuuuudo!!!! É óbvio que fiquei um pouco assustada, mas confiante de que tudo era obra de Deus.

Durante os primeiros meses não sentia fome, portanto, quando sentia vontade de algo eu ia correndo comprar. Lembro-me de um dia em que voltava de uma consulta (era em outra cidade) e tive uma vontade absurda de comer PASTEL. Chegamos à cidade e... procura daqui, procura dali, mas  estava tudo fechado... Resultado: não comi o tal do pastel! Snif!

Mas o desejo mais marcante foi de... ABACATE...!!! Não foi um deseeeeeeeeeeejo, mas fiquei com vontade de tomar vitamina de abacate. E uma importante observação: não era época da fruta!

Pedi para o meu marido arrumar "O" abacate. Oras! Não dei nenhum trabalho pra ele durante a gravidez e agora que já estava no finalzinho eu merecia um agrado!  hehehehehe. E nada desse abacate aparecer em casa...

Pensei... Vou resolver isso! Peguei o carro e fui rodando a cidade à procura do meu desejo. Fiquei umas duas horas procurando até que... encontrei o abacate, mas ele estava VERDE... E agora? Ahhh, não quis nem saber. Cheguei em casa e fiz a vitamina... Que delícia!!! Hehehehehe

Ainda bem que consegui resolver esse meu desejo, pois as meninas nasceram de 8 meses... Acho que não iria ficar muito legal as gêmeas nascerem com cara de abacate... Imaginem... Duas Hulks? hehehehehe
(Maria Regina - mãe das gêmeas Beatriz e Catarina, de 18 anos)

quinta-feira, 26 de maio de 2016

Mãe não é perfeita...



Quantas vezes já ouvimos a frase: "-- Mãe é perfeita"?!? Aí internalizamos isso e muitas vezes nos frustramos, pois erramos todos os dias.

Arrependimentos graaaaaandes confesso que não tenho, se não com certeza eu me lembraria...

Quando minhas filhas (gêmeas) nasceram, parei de trabalhar por três anos e não me arrependo, pois pude aproveitar uma fase maravilhosa da vida delas . Eu tinha uma pessoa que me ajudava, mas fazia questão de sempre estar por perto para “corujar” as duas.

Pequenos arrependimentos fazem parte da vida de toda mãe. Eu duvido que nenhuma tenha caído na tentação de dar um grito fora de hora, de não ter atendido a algum pedido, de ter dado uma de “louca” quando não precisava...

Acho que me arrependo de não ter lido mais para elas! Li bastante, mas poderia ter lido TODOS os dias. Também poderia ter criado as duas com um pouco mais de liberdade, acho que as deixei muito embaixo das minhas asas (minha mãe fez isso comigo). Arrependo-me também de ter falado alguns “nãos”, quando, na verdade, poderiam ter sido “sins”, mas que, por medo de errar, preferi não arriscar. Às vezes em meu momento “neurótica” falo coisas do tipo: "– Ahhh, vocês vão se arrepender por me tratar assim, quando eu morrer não adianta ficar chorando” – fala sério – completamente desnecessário... Daí vou lá e peço perdão a elas.

Mas a vida é assim... Quantas e quantas vezes acho que estou fazendo gol a favor e descubro que fiz foi contra! Quando isso acontece, admito meu erro e peço perdão – não tem outro jeito. Eu tento ser a melhor mãe do mundo, mas não sou perfeita...

A maternidade foi a melhor benção em minha vida - graças a ela eu cresci, amadureci, aprendi a ser mais humilde e a deixar de ser tão egoísta. Como filha única, poder gerar e cuidar de duas ao mesmo tempo... foi -- e é --  maravilhoso!!!
(Maria Regina - mãe das bençãos Catarina e Beatriz - 18 anos)

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Banho de picão, ou seria com picão?


Ahhhhhh esses primeiros banhos!!! Foram regados com muito picão. Sim, isso mesmo!! Aquele carrapicho que muita gente odeia quando gruda na roupa, mas que é, garanto, um santo remédio para icterícia.

As gêmeas nasceram de 8 meses e o médico disse que se elas ficassem com icterícia deveríamos voltar ao hospital para que elas ficassem tomando banho de luz. Lá fui eu pesquisar o que seria esse “banho de luz”. Ahhhhhhhh... mas não irão precisar não (ô judiação)!!!

Mas só que comecei a notar que elas estavam com um leve amarelão, e comentei com minha sogra. Foi quando ela saiu pelo bairro em busca do tal “mato” e, depois de alguns minutos, ali estava ela com um pé de picão na minha frente e disse: " – Vamos fazer um chá e colocar na água do banho". Confesso que fiquei meio duvidosa sobre aquilo, mas, como sempre acreditei na sabedoria dos mais velhos, lá fui eu fazer o chá e dar o tão famoso “banho de picão” nelas. E não é que deu certo?!? Cheguei até a  ligar para o médico comentando isso e ele disse que às vezes funciona "quando o caso não é tão sério" (Será que ele riu de mim?!? hehehehe) Infelizmente não tenho o registro desse banho, mas está tudo guardadinho aqui em minha memória...

A protagonista do primeiro banho quando chegamos em casa foi uma amiga-irmã, mas depois assumi todo os outros (para surpresa de muita gente). Não tive medo de derrubá-las, apenas me preocupava bastante com o umbigo. Quando ele caiu ficou bemeeeeeemmm mais fácil. Elas amavam tomar banho e isso foi me dando ainda mais segurança, mesmo querendo muuuuuuuuuuito que minha mãe tivesse dado o primeiro banho, mas como ela já estava morando com o Papai do Céu...

(Maria Regina - mãe das gêmeas lindas Beatriz e Catarina)

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Agora sou mãe, mas já fui filha...


Tal mãe, tal filha... ou seria... Tal filha, tal mãe?!?

Minha infância foi maravilhosa!!! Sou filha única, mas brinquei demais! Subia em árvores, andava a cavalo no sítio do meu avô, rolava no barro... Vixe... Tive uma infância bem “moleca”. E isso sempre tentei passar para minhas filhas. Não sou daquelas mães que acham que não pode se sujar, que sempre a roupa deve estar limpa... Elas também aproveitaram muito isso.

Outra coisa que importei da minha infância  foi o gosto por trabalhos manuais – fazer fuxico, crochê, tricô, brincos, pulseiras... Como não tínhamos muito dinheiro, minha mãe me ensinou a fabricar minhas próprias coisas. Aqui em casa sempre estamos mexendo com algum artesanato - caixinhas, velas, sabonetes, pulseiras... E assim vai. Ahhhh!!! Elas também gostam de montar quebra-cabeça (e eu também).

É óbvio que trazemos no corpo, na alma e na mente lembranças boas e más, tento filtrar e passar somente as coisas boas para elas. Mas somos humanos e, sendo assim, falhamos (tento aceitar isso). Em alguns momentos, percebo que minhas falas e algumas atitudes são iguaizinhas as da Dona Lourdes (minha mãe), até mesmo algumas chantagens do tipo: “ -- Vocês sentirão minha falta quando eu não estiver mais aqui!” kkkkkkkkkkkkkkk

Às vezes falo ou faço alguma coisa para elas e me lembro que eu falava para minha mãe: “ -- Isso jamais farei com meus filhos!” kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Até parece! Doce ilusão! Sei que elas também pensam assim, mas só quando o dom da maternidade chega é que percebemos  que  MÃE É MÃE e só muda de endereço. hehehehehe

Minha mãe não me deixava lavar a cabeça no primeiro dia de menstruação, dormia quase todos os dias de meia, e também fiz isso com elas e não me arrependo. Sou “da moda antiga”, acredito demais na sabedoria dos nossos sábios anciões. Agora o “não tomar banho depois da janta” passou mesmo em branco por aqui...  kkkkkkkkkkkkkkkkk

(Maria Regina - mãe das gêmeas Catarina e Beatriz - 18 anos)

sexta-feira, 6 de maio de 2016

Elas não cresceram NÃO...


Não sei se conseguirei expressar tudo aquilo que estou sentindo e vivenciando sobre este tema: “Filho não cresce”. A Catarina e a Beatriz (minhas doces gêmeas) completaram 18 anos e estão batendo asas. Pensei que esse momento fosse demorar mais um pouco (pois filho nunca cresce), mas... -chegou.

Elas passaram no vestibular! Até ai tudo bem... tudo tranquilo, pois as duas haviam passado aqui em nossa cidade, mas, para nossa surpresa (e bota surpresa nisso!!!), depois de um mês uma delas (Catarina) foi chamada para cursar Engenharia Química em outra cidade (não é tão longe). Confesso que meu chão se abriu... Infelizmente sou muito possessiva, controladora, mas percebi que aquele momento seria de extrema importância para o crescimento dela (mesmo não aceitando muito).

Descobrimos isso na sexta e AHHHHHHHHHH as aulas começavam na segunda... E agora? O que fazer? Onde ela vai morar? Como ela vai se alimentar? Será que sabe fritar um ovo?? Sozinha??? Como assim??? Aquelas neuras que toda mãe – neurótica (como eu) -- tem em mente. MEU DEUS!!!MINHA FILHA ESTÁ CRESCENDO E BATENDO ASAS...

E assim foi e está sendo... Catarina está batendo asas, Beatriz, de certa forma, também. Catarina está namorando... Beatriz paquerando... Mas para mim serão minhas pequenas eternamente. Todo domingo faço misturas e congelo para que a Catarina leve e garanta suas refeições. Alguns podem dizer: "-- Mas para que isso? Ela tem que se virar sozinha!“ Mas se eu posso fazer esse agrado que mal há nisso? Minha mãe me ajudou até o último dia de sua vida...

Semana passada fez um frio muuuuuuuito forte, e adivinhem...?!? Eu  ia até o quarto delas, colocava mais cobertores, vestia a meia nelas kkkkkkkkkkkkk Até hoje elas me perguntam –“ Mãe, essa roupa está “ boa” para eu sair?”
Filhos não crescem ... Simples assim...
Elas são bênçãos em minha vida e agradeço a Deus todos os dias por isso.

(Maria Regina – mãe das pequenas adultas de 18 anos: Beatriz e Catarina) 

terça-feira, 19 de abril de 2016

Eu já tenho uma irmãzinha!


Será que a Beatriz e a Catarina, gêmeas, pediram um irmãozinho antes mesmo de nascerem?!? (risos)

Eu sinto que elas, diferente de mim, nunca se sentiram sozinhas.

Não me lembro  das meninas, quando pequenas, ficarem pedindo um irmãozinho. Sempre dividi com elas sobre minha dificuldade para engravidar e penso que viam e sentiam todo meu sofrimento e não ficavam me perguntando quando iria engravidar novamente. Elas nasceram tendo que aprender a dividir tudo, inclusive  a atenção dos pais.

Foi tudo tão intenso com elas, que acho que não sobrou tempo para sentir falta de mais um irmão. Elas sempre foram muito companheiras, muito amigas (apesar dos desentendimentos normais, é claro). Mas acho que um irmãozinho agora iria mudar bem a nossa família. Começar tudo de novo depois de 18 anos não é fácil, mas como aceito desafios...

(Maria Regina - mãe das gêmeas Beatriz e Catarina, com 18 anos)

sábado, 16 de abril de 2016

Queria normal, mas...


Então...

Eu sempre quis que meu parto fosse normal, mas Deus preferiu enviar minhas duas princesas por cesárea mesmo. Durante todo o pré-natal, meu médico disse que poderíamos tentar parto normal, mesmo com a gravidez de gêmeas, e eu fui me animando. Tinha todos os motivos (inclusive psicológicos) para não querer, pois o meu nascimento foi um tanto traumático tanto para mim, como para minha mãe, que, inclusive, desmaiou e eu tive que ser retirada à fórceps. Mas, graças a Deus, isso não ficou registrado em minha memória e lá estava eu querendo sentir as dores de um parto.

Chegando na 37ª semana de gestação, o grande susto aconteceu – minha pressão subiu demais! O médico, muito cauteloso, preferiu fazer a cesárea, já que as meninas se encontravam com um peso bom para o nascimento.

E assim foi – um corte e duas filhas. Minha recuperação foi ótima e rápida, afinal, cuidar intensamente das duas foi o melhor remédio.

Gostaria de ter tido mais filhos (ainda não desisti), mas tenho dificuldade para  engravidar e agradeço imensamente a Deus pelos presentes que me confiou.

(Maria Regina – mãe das gêmeas Beatriz e Catarina, com 18 anos)

terça-feira, 5 de abril de 2016

"Tchau, mãe"


E foi assim nossa despedida na porta da sala de aula...
Pensei que elas fossem chorar, me pedir para ficar mais um pouco... Que nada!
Confesso que me senti um tanto descartável, mas superei este meu “trauma” quando uma amiga psicóloga me disse que crianças que têm esse comportamento são mais seguras e sabem que os pais irão buscá-las no final do dia. Ufa... Que alívio!!! (risos)

A preparação foi uma delícia! Uniformes, lancheiras, tênis, muita conversa, muitas explicações de como seria essa nova fase. Elas foram para a escola aos 5 anos e não me arrependo, pois algumas amigas falavam que eu deveria ter colocado antes para terem um convívio social melhor... Mas como elas são gêmeas já nasceram convivendo socialmente uma com a outra! (risos)

A escola era municipal, muuuuuuuuito espaçosa, com muitos brinquedos, muita terra para brincar e se sujarem também, mas nunca me importei com isso. Também fiz minha pré-escola no mesmo lugar . Minha tia morava (e ainda mora) bem em frente, portanto, se eu não pudesse buscá-las no horário da saída, eu teria  todo o apoio dela. 

Ahhh, já ia me esquecendo de uma recomendação muito importante que dei a elas... Cuidado com o jambolão... Sabem o que é isso? (risos) Uma fruta roxa que mancha a roupa e não sai neeeemmmm com kiboa! (mais risos) Quando estudei lá minha mãe quase me bateu o dia em que cheguei com uma manchinha (bem pequena mesmo) de jambolão na roupa...

A Tia Martha até hoje manda recados para a Catarina e Beatriz pelo Face. Agora que elas passaram no vestibular, ela mandou um super carinhoso!  De vez quando ela encontra fotos das meninas em alguma atividade ou festa e gentilmente me manda... A primeira professora a gente nunca esquece... E ela foi e ainda é muito especial.

E assim foi o primeiro dia de aula das minhas gêmeas!

Em 2016 um novo ciclo começou. O primeiro dia na Universidade... E elas continuaram com o “ Tchau mãe” .

(Maria Regina – Mãe das gêmeas Beatriz e Catarina)

terça-feira, 22 de março de 2016

Micos e neuroses


Confesso que, desde a criação do blog, este tema foi o mais difícil de TODOS. Perguntei para as minhas filhas, perguntei para o meu marido e eles não conseguiram lembrar de nenhum mico em especial. Contarei uma história que talvez tenha sido um mini mico. kkkkkkkkkk

Ao  voltarmos da praia, percebi uma mancha muito esquisita na barriga da Catarina. (OBS.: eu sou meio neurótica mesmo em relação à saúde delas). Olhei de um lado... olhei do outro... e fiquei encucada com aquela mancha que só escurecia com o passar dos dias. Mostrei para meu marido e ele falou que não era nada. Cooooooooooomo assim não era nada?!? Liguei para um dermatologista e marquei uma consulta – falei que era urgente. Chegando lá, ele a observou, analisou e me perguntou: -- “Mãe, vocês foram à praia nos últimos dias?" Não entendi muito bem do porquê da pergunta, mas respondi que “sim”. Ele deu um  leve sorriso, colocou a mão ao redor da barriga da Catarina e me falou: “-- Olhe só! É a marca certinha de uma mão (e... era mesmo kkkkkkkk). Alguém mexeu com limão e pegou a Catarina no colo”. Minha cara foi ao chão!!! Como não me lembrei disso??? Meu marido sempre faz caipirinha na praia!!! Ele pegou o limão e esqueceu de lavar a mão.

Meio envergonhada (só um pouco kkkkkkkkkkk), agradeci imensamente ao médico pelo encaixe (pois a agenda dele estava LOTADA, mas gentilmente me atendeu pelo “ urgente”). Saindo de lá, liguei para o meu marido e contei toda a história dizendo que essa caipirinha havia custado caro.(e como! kkkkkkkkkk).

(Maria Regina - mãe das gêmeas Beatriz e Catarina, prestes a completar 18 anos)

terça-feira, 8 de março de 2016

O melhor passeio a gente nunca esquece...

Como escolher o melhor passeio de todos??? Foram... são... e sempre serão únicos. Então, resolvi perguntar para minhas queridas filhas qual/ quais passeios foi/foram o(s) melhor(es) que fizemos juntas. Por unanimidade: “Nossa ida à Disney”.

Confesso que também pensei nessa aventura, mas fiquei com receio de que elas talvez escolhessem outro... sei lá... de repente... vai saber...

Foi muito mágico mesmo, pois, como dizem os especialistas, nos projetamos “um pouco” nos filhos e me diverti tanto quanto as duas (às vezes acho que foi até mais! hehehe).

Antes de irmos para Orlando, passamos dois dias em Nova Iorque. E, certo dia, depois de comermos um lanche na 5ª Avenida... -- está ai a foto do que aprontamos (kkkkkkkk) -- as pessoas passavam... olhavam... mas... estava muito feliz em poder realizar meu sonho e o sonho delas e... os outros?!!! Quem são os outros mesmo???

Depois fomos para Orlando e fizemos os passeios que todas as pessoas fazem quando vão para Disney (faltaram muitos! hehehehe).  Conhecemos vários parques, tiramos várias fotos, andamos muuuuuuuuuito, enfrentamos looooooooooongas filas, mas tudo valeu a pena . E COMO!!!


Elas também disseram que gostaram muito da nossa ida à Fortaleza. Andamos com "mais ou menos" emoção no passeio de buggy, conhecemos várias praias, andamos de “pau de arara”, escorregamos nas dunas (a parte da subida... puuuuuula!!!!). Eu sempre falo para meu amigos que não me importo com luxo, carro novo, reformas em casa... mas viajar... amooooooooooooooooooooo!!!

                                      (Maria Regina - mãe das gêmeas Beatriz e Catarina de 17 anos 11 meses )

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Às vezes é bom sentir falta...


Noooooossa... Do que sinto falta???

Com a chegada das gêmeas minha vida se transformou totalmente. Vivia por elas... dormia por elas... ficava acordada por noites sem fim por elas... Algo que sempre comento com as pessoas sobre sentir falta ou sentir saudade é de quando me sentava na poltrona (nada daquela chique que se usa hoje... era sofá mesmo!!!) e sentir aquela cosquinha do leite descendo e colocá-las para mamar... AAAAIIIIIII que SAUDADE... Graças a Deus não tive nenhum problema ao amamentar, o bico não rachou. Foi uma benção!!! Para mim, a experiência de poder amamentar foi única... indescritível!!! Uma esvaziava um peito e a outra ... o outro peito. (risos) Aos três meses percebi que a quantidade já não era o suficiente e tive que acrescentar a mamadeira, e, aos 5 meses, o leite acabou. Confesso que fiquei um tanto triste, frustrada, mas, como TUDO era intenso e não tinha tempo de ficar pensando “ na "morte da bezerra" (espero que conheçam essa expressão), segui em frente!

Sinto falta também das gracinhas que elas faziam por volta dos  3, 4 aninhos. Vocês não vão acreditar, mas sinto falta de comprar o material escolar delas... Chegar em casa, encapar, colocar nome... Isso sempre foi uma festa – caderno novo, massinha, giz de cera, lápis... QUE DELÍCIA!!! Estou “quase” indo até a faculdade para solicitar a lista de material... Seria muito mico? O que acham? kkkkkkkkkkkkkk

E agora estou sentindo falta de acordá-las para irem à escola comigo. Ir dar aula com o carro vazio, tem sido meio chato, um tanto silencioso...

Lendo os outros textos, fico pensando que cada uma de nós vive uma fase. Quem sabe, daqui a alguns anos, sentiremos falta do que estamos fazendo/vivendo hoje com nossos filhos. É por esse e tantos outros motivos que tento viver intensamente cada fase da vida delas. Acho que ainda sentirei falta de muitas coisas como mãe, mas tudo tem seu tempo... Tempo de chegadas e tempo de despedidas.

Como filha, sinto falta do cheiro do cabelo da minha mãe... Como mãe também sinto saudade do cheirinho do cabelo de bebê que elas tinham...

(Maria Regina - mãe das gêmeas Beatriz e Catarina)

sexta-feira, 9 de março de 2012

Mãe, quero churiço!!!


-- Mãe, quero churiço!!!

É assim que essa história começa.

Foi assim que a Beatriz me deixou quase doida uma tarde inteira até eu descobrir o que era esse tal de churiço.
- Mãe , tô com vontade de comer churiço!!!
- Filha, mas onde você viu churiço!!!
- Num sei, mas eu quero.

Meu Deus, e agora? O que eu vou fazer? Como vou descobrir o que é churiço? Churiço que eu saiba é aquele negócio de porco, mas onde será que ela tirou essa ideia? kkkkkkkk
Depois de tanto pensar, me lembrei que naqueles dias elas tinham ido até à padaria .Foi então que fomos até lá e quando ela chegou na porta saiu correndo, colocou a mãozinha no vidro, olhou para mim  e falou com com os olhinhos brilhando:
- Mãe esse é o churiço!
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
- Filha, isso não se chama churiço kkkkkk -  é suspiro kkkkkk. Quase rolei no chão ali mesmo de tanto rir.
Criança fala cada coisa !!!!

(Maria Regina - mãe da Beatriz e Catarina)

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Nosso time é o Brasil, sil, sil,sil!!!


Meu Deus, que tema difícil esse, ainda mais para quem tem meninas!!!
Aqui em casa na verdade ninguém é fanático por time de futebol. Eu "digo" que torço para o Palmeiras, mas não assisto a nenhum jogo, confesso que não tenho a mínima paciência. Meu marido é mineiro e torçe para o Atlético Mineiro, e para não me contrariar também tem um pezinho no Palmeiras.

A Beatriz e a Catarina percebendo esse nosso desinteresse por time, também não torcem fervorosamente para nenhum , falam que são palmeirense, tiram sarro quando o Corinthians perde,  mas não seguem nada.Nunca comprei nenhuma camiseta de time para elas.
Agora quando o assunto é torcer para o Brasil, a conversa já é outra!!!Na copa, nas Olimpíadas tem torcida, tem blusa.Nós 4 somos muuuuuuuuuuuuito patriotas, amamos muito o Brasil apesar de todas os problemas e dificuldades.Confesso que de um tempo para cá, ficamos um tanto decepcionados por ver os caminhos que o futebol vem trilhando.Muita grana envolvida, muito jogo de interesse e o show que tanto gostamos está ficando em segundo plano.É a vida!!!

(Maria Regina- mãe das brasileirinhas Catarina e Beatriz)

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Numa folha qualquer eu desenho um sol amarelo...


Meu Deus, se eu for contar quantos papéis foram usados para os rabiscos das meninas acho que o meio ambiente choraria.Sempre incentivei muito o ato de pegar uma folha de papel, um lápis e desenhar lindas imagens, que na maioria das vezes não entendia o que exatamente representavam, mas que eram o meu maior orgulho e o delas também.

Os rabiscos fazem parte da vida de uma criança , através deles elas se desenvolvem, alimentam suas fantasias, passam tempo se distraindo ( eu amava esses momentos , pois esses minutos eram preciosos para mim kkkkkkk).

Aqui em casa as duas sempre gostavam de rabiscar , mas a Beatriz até hoje rabisca, desenha, pinta, ela é mais artista do que a Catarina, apesar das duas amarem trabalhos manuais.


O duro foi quando uma usou a outra como papel, esse dia eu quase surtei kkkkkkk.Quando cheguei em casa e as duas estavam com uma caneta nas mãos e rabiscando a perna uma da outra , confesso que nem tive coragem de ficar brava.

Outra coisa que a Beatriz acabou de me lembrar foi o dia em que ela pegou a boneca(semi nova), e fez pintinhas em seu rosto  e no corpo inteiro.Devagarinho ela chegou perto de mim e me falou:
--Mãe , tem remédio para catapora?
Olhei assustada pra ela e perguntei o porquê.
--Ah, mãe a boneca está com catapora.
Quando olhei a boneca... Aiaiaiaiaiaiai.Beatriz o que você fez com a boneca, minha filha?
-- Ela está com catapora.Será que ela precisa ir ao Dr. Ramiro?Liga pra ele e pergunta qual remédio vamos dar a ela.
kkkkkkk,Gente foi muuuuuuuuuuuito ilário.Por que crescem né??? kkkk

Maria Regina- mãe das loucas por rabiscos- Beatriz e Catarina

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Vamos a la praia ô ô ô ô ô


Eu e meu marido sempre gostamos de viajar e quando as gêmeas chegaram não nos atrapalharam em absolutamente nada. Antes delas chegarem passávamos nossas férias na praia e não podia ser diferente com a vinda delas.

A primeira viagem grande delas foi quando tinham 9 meses e foi para Ubatuba litoral norte de SP. Quando chegamos à praia  tentei colocá-las na areia mas elas estranharam um pouco, até choraram, mas aos poucos fomos insistindo  devagar, devagar e quando percebemos lá estavam elas só brincando e se deliciando na água. Comprei até óculos de sol para elas e jamais deixaria de registrar esse momento. Está certo que eles quase não paravam no rosto delas, mas tudo bem kkkkkkk

Elas amaram brincar de baldinho, eu ficava colocando areia na perna e fazia um montinho, e elas riammmmmm. Foi uma viagem muito tranquila, minha prima foi para me ajudar. Na época o mais complicado foi na hora de dormir, pois elas estavam acostumadas com o berço e tiveram que dormir no carrinho, então as noites foram meio complicadinhas.

Até hoje elas amam a praia, é uma luta quando chega a hora de renovar o protetor, pois não querem sair da água para nada.

Fiquei olhando essa foto e me lembrando como foi maravilhoso e divertido esse dia. É bom demais ter gêmeos!!!

PS.: Lembrei também que estou ficando velha! kkkkkk

(Maria Regina - mãe das sereias Beatriz e Catarina)

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

O poder construtivo do não

                                                   

                                                     O poder construtivo do não


Como é difícil acreditar que o procedimento de poda é necessário para que a árvore cresça forte e saudável! Quando nos colocamos a cortar aqueles galhos verdes e viçosos, resistimos, como se algum dano estivéssemos causando à planta, como se a estivéssemos machucando. Ao educar as nossas crianças, nos deparamos com situação semelhante. Sabemos que dizer o não é preciso e necessário, mas por vezes o amor é tanto, o desejo de que aquele pequeno seja feliz é tão forte, que cedemos o que não poderíamos ceder, deixamos o que não deveríamos deixar. Só quem é mãe ou pai sabe o quanto exige dizer não para um filho. Por isso precisamos nos armar com a consciência do poder construtivo do não, e do quanto este não que aplicamos na educação dos nossos filhos irá plantar a semente da felicidade que tanto desejamos para o seu futuro. Não se trata, porém, de um não indiscriminado, usado como uma técnica ou uma regra educacional. A pedagogia do não prega a presença e a força como base que fundamenta toda prática educativa. Para que possamos criar nossos filhos saudáveis e fortes, precisamos primeiramente apresentar estas condições em nossas próprias vidas. 
Não podemos mais tomar o caminho mais fácil por mais que as justificativas para tal estejam sempre ao nosso alcance. Nos justificamos pelo excesso de trabalho, pelo pouco tempo que temos com eles. Quantas vezes nos baseamos nestas desculpas para deixar o não de lado e priorizar o sim, quando sabemos que negar é o certo e o melhor que deveríamos fazer.

O texto acima servirá de reflexão para minhas palavras no dia de hoje.
Meu marido é agrônomo e me lembro de algumas vezes questioná-lo quando faz as podas em nossas plantas e árvores em casa ou no sítio.Confesso que as  vezes até cheguei a não concordar com as podas pois achava que elas estava muito perto do chão.E para minha surpresa meses depois lá estavam toda vistosa,s lindas e fortes e é claro que via um olhar para mim como se quisesse dizer--Viu como elas precisavam daquela poda?

Para mim, filhos também são assim - precisam a todo momento de podas para se fortificarem cada dia mais.Confesso que em casa algumas podas são grandes, porém necessárias e coerentes.Tenho ao meu lado um maravilhoso companheiro que me ajuda a todo momento  trabalhar a questão do NÃO. Aqui  o não é não e acabou, pode chorar( o que quase não acontece), ficar brava.
--Mãe , mas todo mundo tem orkut, facebook.
--Aqui em casa não.
--Mãe todas as minhas amigas vão ao shopping sozinhas.
--Aqui em casa não.

Tudo tem seu tempo, é bíblico
Quando elas eram pequenas , nunca tiramos nada do baixo, nenhum enfeite, CDs, elas mexiam, eu ia lá colocava no lugar e falava - não.E confesso que nã precisa repetir muitas vezes isso, pois elas sempre foram muito obedientes.

Hoje em dia o Não precisa ser mais explicado, pois já estão com 13 anos.
Por que não pode usar roupas curtas?Porque a mulher não precisa ficar mostrando seu corpo para as pessoas, não precisa levar o outro a pecar tentando olhar o que não deve.
Por que não pode ter orkut?Porque na regra só depois dos 18 anos e vc vai ter que mentir , pois vc não tem.
E ai vai...

Tentamos educá-las conforme aprendemos na bíblia, o não é não e o sim o sim.Criança não pode ter dúvida do que os pais esperam dela.

Maria Regina, mãe das obedientes(quase sempre) Catarina e Beatriz

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Amo cachorros!!!



Não poderia deixar de fazer uma postagem extra hoje, pois o tema faz muuuuuuuuuuuuuuito parte da minha vida como pessoa, mulher e mãe.


Que eu meu lembre sempre tive animais de estimação:passarinho, tartaruga, porquinho da índia, peixe, cachorro(vários) e acreditem até um porquinho eu criei em casa, pois a mãe dele havia morrido e meu tio não podia deixá-lo no sítio então perguntou se eu cuidava dele na cidade. O duro foi ter que devolvê-lo para seu habitat natural(sítio) por razões óbvias- cresceu demais e não dava para ficar com ele em casa kkkkkk.(eu tinha uns 10 anos).O cachorro que mais marcou minha infância foi o Ringo, que depois de muito tempo tivemos que sacrificá-lo pois estava com uma doença incurável.

Quando me casei ficava muito sozinha em casa e compramos a Kika uma pincher fofisssssssss, minha companheira para todas as horas.Achamos que ela estava sozinha demais e compramos o Kiko, pincher tb.

As meninas nasceram eles tinham 4 anos.Elas conviveram ainda por muito tempo com eles.O Kiko morreu de câncer ainda quando estávamos em Jaboticabal, e a Kika veio conosco para Londrina e morreu há 3 anos vítima de atropelamento com quase 15 anos.Estávamos na praia e ligaram para a gente falando do acidente.Choramos muito mas Deus é perfeito, pois não aguentaria vê-la morta.

Os dois eram mais meu do que delas, então há 2 anos compramos a Teca, e a Tina.Infelizmente voltando de uma viagem chegamos em casa e a Teca estava no fundo da piscina.Foi horrível, eu que a achei, nem gosto de me lembrar.A Tina, é muito inteligente, sapeca demais, é só deixar a porta aberta e ela corre acordar as meninas na cama kkkkkk é ilário.As meninas têm responsabilidade com os animais como dar banho, catar cocô, dar remédio, senão não dou conta.


Esqueci de falar do Rex, mas esse é um caso à parte, ainda quero escrever um livro para ele.Nós somos seu 4o. dono, ninguém o quis.Já foi responsável por uma torção do calcanhar do meu marido, matava galinha no sitio da minha tia e vinha com ela na boca, mordeu a cachorra da vizinha aqui de casa e o custo ficou em nada mais nada menos de 500 reais.Há alguns meses acho que ele tentou o suicídio kkkk.Comeu um tapete e a linha ficou toda enrolada em seu intestino e a veterinária disse que nunca havia visto uma coisa dessas, o raio X que ela tirou ia servir de aula na UEL.No dia de fazer uma cirurgia que talvez lhe custaria a vida, para retirar toda linha, ele a colocou para fora como num passe de mágica.No dia da alta para ir para casa, um pitbull escapou (na clínica) e atacou seu pescoço, arrancando um pedaço enorme- mas acreditem ELE SOBREVIVEU- .Castramos para ver se ele ficava mais calmo e nada.(eu resumi bemmmmmmmmmmm resumidinho).

Há mais ou menos 1 mês ganhamos o Nik, um yorkshire .Meu Deus que cachorrinho dócil,mas tb que ninguém queria.Somos  terceira família dele.Ele nos conquistou com seu jeitinho meigo.Chegou em casa todo estrupiado, mas nada como um bom banho, alguns reais no veterinário e muito carinho não fazem.O Rex já o mordeu tb, quase surtei, acho que por isso que minha pressão subiu. Kkkkkk.

Infelizmente não conseguirei colocar as fotos deles aqui, mas prometo colocar em outra oportunidade.

Como deu para perceber sou apaixonada por animais principalmente por cachorros.Se pudesse teria mais , mas o Rex nos impede kkkkkkk.

(Maria Regina- mãe das gêmeas Catarina, Beatriz e nas horas vagas "cuidadora" de cachorros)

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Eu sou levinha...


                                                         "Maninha, vamos brincar?
                                                                Brincar de quê?
                                                             De esconde-esconde.
                                                                      Vamos!!!
                                                        Então tá.Eu vou te esconder tá?"

Hahahhaha.Acho que foi isso que a Catarina pensou quando fez essa pose para a foto.Tadinha da Beatriz que está embaixo ahahahhaah.Consegui tirar essa foto no susto.O bebê conforto sempre ficava na sala.Daí a dona Beatriz sentou nele para brincar de balançar e a Senhorita Catarina gostou tanto da brincadeira que sentou -se em cima da irmã para poder brincar e eu mais do que depressa corri pegar a máquina para registrar esse momento liiiiiiiiiiiiiiiiiindo. Até pensei em colocar outra foto mas infelizmente não achei.Uma estava no carrinho normal e a outra embaixo onde colocamos a bolsa ai fui passear com elas na rua.As pessoas passavam por mim e perguntavam onde estava a outra ai a Beatriz aparecia embaixo do carrinho e dizia - Oi, achô.hahahhaah. De vez em quando fazia esse passeio doido e elas amaaaaaaaaaaavam.

Tempo bom e gostoso. Na foto acho que elas têm 1 ano e pouco.Meu Deus há 12 anos!!!!Tô ficando velha.
Como é bom poder recordar esses momentos.Esse cantinho é sagrado e mágico.

    Maria Regina- Mãe apaixonada das gêmeas Beatriz e  Catarina

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Existe sim...

Papai Noel existe sim.
A Catarina e a Beatriz estão com 13 anos e fiquem pasmas... até ano passado elas acreditavam que ele vinha e deixava os presentes. Sou contadora de história e fiz meu papel direitinho com elas, porém desde o início contei sobre  toda a  história de São Nicolau  .Sua história é muito linda, principalmente porque ele abriu mão de algo que para o mundo hoje é loucura- dinheiro-Uma das grandes virtudes de São Nicolau foi a caridade.
Todos os anos elas escreviam as cartinhas e no outro dia o presente estava ali.Claro que às vezes elas me deixavam em saia justa, pois me questionavam o porquê que algumas crianças não ganhavam presentes. Daí explicava que o mais importante não são os presentes palpáveis , mas as graças que Deus dá a cada um de nós.
Todos os anos montamos nosso presépio e vou contando histórias para elas sobre cada personagem, sua importância no plano de salvação, e elas vão curtindo cada momento( até hoje).

Se o Natal é o Aniversário de Jesus, por que somos nós os presenteados? Tento fazer com que elas reflitam o verdadeiro sentido do Natal, que muitas coisas a mídia que coloca em nossas vidas.Ela quer que acreditemos que vale a pena consumir, a sermos escravos do nosso egoísmo.Penso que o Natal é uma ótima oportunidade de evangelização de nossos filhos.

Maria Regina- mãe contadora de história da Catarina e da Beatriz

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Hoje pode ser o dia das Crianças

Confesso que acho que ficarei devendo nesse post, pois o dia das crianças, que eu me lembre, nunca foi muito comemorado em casa, pois para mim esse negócio de dia das crianças, dia das mães, dia dos pais, são datas  que a mídia criou para se beneficiar.E dia 12 também é dia de Nossa Senhora Aparecida, e Dia do Agrônomo(meu marido), então as comemorações tinham que ser divididas.Um presentinho sempre tinha, mas o Natal e o aniversário são datas que consideramos mais marcantes

Acabei de perguntar para Beatriz  e ela confirmou minhas palavras acima, só pediu para acrescentar que é uma data muito esperada pelas crianças pois ganham presentes e acrescenta que todos deveriam se sentir criança pelo menos alguns dias por ano.

Termino deixando um pensamento que gosto muito: 
"Ser Criança é sempre ver o lado positivo da vida..." 

Maria Regina- mãe das eternas crianças Beatriz e Catarina